Une nuit hallucinante
30 de abril, 2008. (mais…)
30 de abril, 2008. (mais…)
Às vezes eu simplesmente… Simplesmente não sei por que ou como…
É como se proibíssem o poeta de declamar seu verso, ou a Lua de se tornar cheia no inverno… É como se vivesse sem ao menos respirar ! Ou como se respirasse sem ao menos viver…
De repente me deu uma saudade de ouvir tua voz chamando meu nome …
Joyeux jour des mères !
[Guilherme Krähenbühl~]
Se tu és esquecido,
então não te lembrarás
dessas ternas palavras…
Porque de mim te esqueceste !
Mas se tu foste esquecido,
digo-te que não receberás
sequer uma dessas palavras…
Porque de ti me esqueci !
Dos amigos atentos,
e daqueles que gostam de recordar
Prometo jamais me esquecer,
se esquecido eu não for !
(Guilherme Krähenbühl)
Uma lagoa é um espelho e fim.
É a reflexão de seu meio.
É plana em princípio.
Perturbada facilmente.
Por muita gente diferente.
Volta a ser plana, sempre…
A confiança é um espelho e fim.
É a reflexão de seu meio.
É plana em princípio.
Estilhaça facilmente.
Por pouca gente diferente.
Não volta a ser plana, nunca…
(Marcelo Novaes de Oliveira)
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