mai
11
2008

Tu seras toujours dans mon cœur…

Às vezes eu simplesmente… Simplesmente não sei por que ou como…

É como se proibíssem o poeta de declamar seu verso, ou a Lua de se tornar cheia no inverno… É como se vivesse sem ao menos respirar ! Ou como se respirasse sem ao menos viver…

De repente me deu uma saudade de ouvir tua voz chamando meu nome …

Joyeux jour des mères !

[Guilherme Krähenbühl~]

Written by Gui Krähenbühl in: Pensamento, Poesia |

9 Comentários »

  • MnovaexNo Gravatar

    Way2personal.

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    Comentário | 21 de maio de 2008
  • KrähenbühlNo Gravatar

    É… Também achei. =/

    Coloquei aqui porque quem sabe assim ela não vê, né? Sei lá. Do jeito que a internet está se expandindo hoje em dia… =)

    Responder

    Comentário | 22 de maio de 2008
  • AlexandreNo Gravatar

    vcs estão fazendo essa longa pausa entre posts para prestar luto atrasado?
    ou talvez o blog tenha acabado! hm, que propício o último post…

    Responder

    Comentário | 2 de junho de 2008
  • KrähenbühlNo Gravatar

    A culpa é do Marcelo !

    É a vez dele, after all. =p

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    Comentário | 4 de junho de 2008
  • MnovaexNo Gravatar

    A culpa não é minha. Blame it on the feds.

    Eles que vem na casa dos outros e pegam HDs do nada.

    I do the cha-cha like a sissy girl!

    Responder

    Comentário | 9 de junho de 2008
  • KrähenbühlNo Gravatar

    Aaaaah táááá! Então, tá! Se é assim, sim.

    Responder

    Comentário | 10 de junho de 2008
  • EsterNo Gravatar

    Olá! Conforme prometi, aqui estou!
    Justa homenagem!
    Vou ver as outras partes do blog. O soneto da entrada é lindo!
    Abraços

    Responder

    Comentário | 17 de junho de 2008
  • Alessandro LefèvreNo Gravatar

    É como se eu acordasse e continuasse a dormir. No entanto, acordado, sempre tenho pesadelos.

    Responder

    Comentário | 1 de dezembro de 2008
  • AudreyNo Gravatar

    Ela tá ainda lá em cada um de seus atos, na sua maneira de ver as coisas, no seu jeito de amar…
    Sempre viverá em você, em Ricardo e Günther. É a beleza do mundo: Nao somos os herdeiros de nossos pais pra nada! Tem sempre algo deles que fica profundamente en nós.

    Responder

    Comentário | 8 de dezembro de 2009

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