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	<title>Comentários sobre: Um Conto de Natal</title>
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	<description>The Dark Side of the Mind</description>
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		<title>Por: Suze</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-191</link>
		<dc:creator>Suze</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 02:07:46 +0000</pubDate>
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		<description>ai gui, to emocionada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ai gui, to emocionada!</p>
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		<title>Por: Ester</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-70</link>
		<dc:creator>Ester</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 02:25:46 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que somos diabos de nós mesmos. Deus e o Diabo são feitos à nossa imagem e semelhança! rsrsrsrs
Mas, amei a expressão que afirma ser o Diabo uma entidade que gosta de crianças.
E a redenção do final tira-nos da angústia inicial.
Voltarei.
Abraços a todos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que somos diabos de nós mesmos. Deus e o Diabo são feitos à nossa imagem e semelhança! rsrsrsrs<br />
Mas, amei a expressão que afirma ser o Diabo uma entidade que gosta de crianças.<br />
E a redenção do final tira-nos da angústia inicial.<br />
Voltarei.<br />
Abraços a todos</p>
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		<title>Por: Lu Z</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-69</link>
		<dc:creator>Lu Z</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 00:23:34 +0000</pubDate>
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		<description>Bem, isso me fez pensar na subjetividade de alguns conceitos como bem e mal, certo e errado…
O que é o mal senão o sentimento egoísta de pensar única e exclusivamente em si mesmo?
O mal foi extinto quando esbarrou na figura da criança, que trocou o que possuía de mais precioso (e agora poderia possuir o que quisesse…) pela vida do pai…abriu mão dos seus desejos, de pôr fim às privações pelas quais passara desde sempre e doou-se generosamente, sem reticências…
É isso aí… parece que a suposta “melancolia” que eu deveria sentir ao final do conto (digo isso pq adoro finais felizes…) se transformou num sorriso…
Porém, estou aqui pensando…quando o menino escolheu ser o diabo…havia ali uma coisinha de astúcia nessa decisão? uma certa ambição pelo poder que essa escolha representava ou foi pura ingenuidade? sei lá, gosto das intenções…
De qualquer forma, eu AMEI!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, isso me fez pensar na subjetividade de alguns conceitos como bem e mal, certo e errado…<br />
O que é o mal senão o sentimento egoísta de pensar única e exclusivamente em si mesmo?<br />
O mal foi extinto quando esbarrou na figura da criança, que trocou o que possuía de mais precioso (e agora poderia possuir o que quisesse…) pela vida do pai…abriu mão dos seus desejos, de pôr fim às privações pelas quais passara desde sempre e doou-se generosamente, sem reticências…<br />
É isso aí… parece que a suposta “melancolia” que eu deveria sentir ao final do conto (digo isso pq adoro finais felizes…) se transformou num sorriso…<br />
Porém, estou aqui pensando…quando o menino escolheu ser o diabo…havia ali uma coisinha de astúcia nessa decisão? uma certa ambição pelo poder que essa escolha representava ou foi pura ingenuidade? sei lá, gosto das intenções…<br />
De qualquer forma, eu AMEI!!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Benhur Bortolotto</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-68</link>
		<dc:creator>Benhur Bortolotto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2008 18:31:44 +0000</pubDate>
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		<description>A ingenuidade é o disfarce preferido da maldade dos escritores, e, não obstante, dos filhos. Como, por exemplo, “Alguns me chamam de ingenuidade, outros ainda de inspiração ou lucidez, mas eu sou mesmo a maldade”. =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ingenuidade é o disfarce preferido da maldade dos escritores, e, não obstante, dos filhos. Como, por exemplo, “Alguns me chamam de ingenuidade, outros ainda de inspiração ou lucidez, mas eu sou mesmo a maldade”. =)</p>
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	<item>
		<title>Por: Krähenbühl</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-67</link>
		<dc:creator>Krähenbühl</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 05:21:42 +0000</pubDate>
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		<description>@ Ben-Hur:
O frio foi um artifício. Seria algo do tipo colorir o cenário somente com palavras. Tingir o cenário de um azul cinzento. Em contraste com o interior da casa, tão cheio de vida e quente.

A ironia do filho foi antes ingênua que maldosa.

É, é bem do diabo querer ser tudo. E ter tudo. Acabou sem nada. Sendo nada.

Ah, sim, claro. A esperança. Enfim morta e enterrada. Pelo menos para aquela família. Condenada a uma vida de loucura e decadência. Não os culpo. Culpo antes o frio.
;D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@ Ben-Hur:<br />
O frio foi um artifício. Seria algo do tipo colorir o cenário somente com palavras. Tingir o cenário de um azul cinzento. Em contraste com o interior da casa, tão cheio de vida e quente.</p>
<p>A ironia do filho foi antes ingênua que maldosa.</p>
<p>É, é bem do diabo querer ser tudo. E ter tudo. Acabou sem nada. Sendo nada.</p>
<p>Ah, sim, claro. A esperança. Enfim morta e enterrada. Pelo menos para aquela família. Condenada a uma vida de loucura e decadência. Não os culpo. Culpo antes o frio.<br />
;D</p>
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	<item>
		<title>Por: Benhur Bortolotto</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-66</link>
		<dc:creator>Benhur Bortolotto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2008 23:07:03 +0000</pubDate>
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		<description>Me inoculou a angústia decadente de ter lido e estar agora vasculhando meus natais, um a um.

“O diabo gostava de crianças. Eram almas fáceis de se corromper. Além do mais, nunca pediam algo realmente difícil de se conseguir. Mas só podia entrar nos sonhos das crianças quando em posse da alma do pai ou da mãe.”

O frio é um deboche, nada mais. Aliás, tudo neste conto parece deboche: o comportamento adequado do filho e sua ironia lépida, mas não lúdica; a velha que parece desejar a morte mais ou menos enquanto se alimenta; o desespero patético do pai; a conveniente disponibilidade do diabo e as confusões de identidade que orgulhosamente sofre; enfim. É de se querer saber qual é a motivação de fazer isso assim, entremeado de um fatalismo trágico que se não descarta a esperança, também dela debocha, mas não conheço o autor, o que quer dizer que vou ficar com essa curiosidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Me inoculou a angústia decadente de ter lido e estar agora vasculhando meus natais, um a um.</p>
<p>“O diabo gostava de crianças. Eram almas fáceis de se corromper. Além do mais, nunca pediam algo realmente difícil de se conseguir. Mas só podia entrar nos sonhos das crianças quando em posse da alma do pai ou da mãe.”</p>
<p>O frio é um deboche, nada mais. Aliás, tudo neste conto parece deboche: o comportamento adequado do filho e sua ironia lépida, mas não lúdica; a velha que parece desejar a morte mais ou menos enquanto se alimenta; o desespero patético do pai; a conveniente disponibilidade do diabo e as confusões de identidade que orgulhosamente sofre; enfim. É de se querer saber qual é a motivação de fazer isso assim, entremeado de um fatalismo trágico que se não descarta a esperança, também dela debocha, mas não conheço o autor, o que quer dizer que vou ficar com essa curiosidade.</p>
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		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-65</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 23:54:38 +0000</pubDate>
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		<description>fico bom</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fico bom</p>
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	<item>
		<title>Por: Krähenbühl</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-64</link>
		<dc:creator>Krähenbühl</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 07:40:13 +0000</pubDate>
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		<description>Marcelo, o diabo, ou melhor, o que ele representa, a figura dele, whatever, some no final. O mal perde, mas o bem também não ganha… Embora o bem e o mal tenham se fundido em um só, no caso. Aliás, nem sei se vale essa visão maniqueísta nesse conto. Eu vejo mais como sentimentos extremos contracenando mesmo.

Alexandre, as coisas esquentam a medida que o ritmo também acelera — o que faz sentido. Até chegar num ápice. E depois desacelera abruptamente com frustação e impotência, como você mesmo disse. É como aquele começo de uma montanha-russa mesmo…

Quanto ao tema, escolhi o Natal justamente por isso. Pelo clima conhecido que ele trás (não diria “clichê”). Esse calor humano da aproximação e união. Em contraste com o frio do cenário do conto.

Hm, pena que o “Summer Background” destoa completamente. Mas logo chega o inverno, e vai combinar perfeitamente! ;D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelo, o diabo, ou melhor, o que ele representa, a figura dele, whatever, some no final. O mal perde, mas o bem também não ganha… Embora o bem e o mal tenham se fundido em um só, no caso. Aliás, nem sei se vale essa visão maniqueísta nesse conto. Eu vejo mais como sentimentos extremos contracenando mesmo.</p>
<p>Alexandre, as coisas esquentam a medida que o ritmo também acelera — o que faz sentido. Até chegar num ápice. E depois desacelera abruptamente com frustação e impotência, como você mesmo disse. É como aquele começo de uma montanha-russa mesmo…</p>
<p>Quanto ao tema, escolhi o Natal justamente por isso. Pelo clima conhecido que ele trás (não diria “clichê”). Esse calor humano da aproximação e união. Em contraste com o frio do cenário do conto.</p>
<p>Hm, pena que o “Summer Background” destoa completamente. Mas logo chega o inverno, e vai combinar perfeitamente! ;D</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre, poser de crítico literário.</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-63</link>
		<dc:creator>Alexandre, poser de crítico literário.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 06:37:35 +0000</pubDate>
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		<description>ah, lembrei que vc é engenheiro,
com “aceleração” eu quis dizer “aceleração positiva”
será que eu to viajando muito? rs
bah, tenho mais é que me preocupar em reaprender equações do segundo grau antes de avançar sobre aceleração…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ah, lembrei que vc é engenheiro,<br />
com “aceleração” eu quis dizer “aceleração positiva”<br />
será que eu to viajando muito? rs<br />
bah, tenho mais é que me preocupar em reaprender equações do segundo grau antes de avançar sobre aceleração…</p>
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	<item>
		<title>Por: Alexandre, poser de crítico literário.</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-62</link>
		<dc:creator>Alexandre, poser de crítico literário.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 06:34:03 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que foi de propósito, mas a mudança de ritmo, aceleração pra ser mais preciso, me deixou meio a ver navios perto do fim. Porque o começo é pintado em cores monótonas que no decorrer ganham mais vida e ficam mais alucinantes, mas no fim me perdi de tão rápido que se deram os fatos. Não que eu não tenha entendido, apenas fiquei com uma sede… como se faltassem entrepartes. Mas é claro que isso me deu uma sensação de impotência e consequente frustração, o que cabe muito bem ao momento e ao tema.

Sobre a técnica digo que prefiro a região central do texto, pois no começo aquela pieguice da criança faminta me fez pensar “lá vem a estética da pureza através da miséria novamente…”, o que é até clichê natalino. E no fim, como já disse, tudo ficou muito apressado e me pareceu um queijo suíço. Gostei mais do meio porque foi mais equilibrado, e achei que sua capacidade descritiva agora superou a narrativa, principalmente pela parte em que descreve a avóe pelo diálogo que segue disso. Bom… por “meio” entenda “fim do começo”, porque não é exatamente no meio…

Sobre o tema, eu gosto de fantástico, mas quando segue pelo caminho de alucinações, loucura ou delírios aleatórios que componham no mínimo alguma beleza. Achei que você esboçou o início de algo assim com a descrição da sala hexagonal e sua iluminação, a imagem do diabo, a névoa, etc, compondo essa textura misteriosa do sonho, mas o ritmo já estava acelerando e senti que você poderia delirar mais. Como você já deve imaginar, ou saber, eu tenho uma aversão a misticismo, principalmente quando envolto por imagens religiosas (estou curtindo minha fase atéia). Mas os conflitos da história são, em si, bastante interessantes. O ar trágico até lembra mitologia. Talvez exatamente por isso, por querer retratar sentimentos tão extremos, é que você tenha optado pela abordagem mística/religiosa, que expande os limites do possível, ou mesmo os anula… Entendo.

Mas não faz bem meu tipo. É como se você tivesse colocado uma roupa brega sobre um corpo interessante. E eu prefiro corpos desnudos, e crus.

Ah, sim. concordo com o MNovaex. Adoro gradações (embora tenha me perdido na gradação de velocidade…)

Nossa, será que vai caber esse comentário inteiro?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que foi de propósito, mas a mudança de ritmo, aceleração pra ser mais preciso, me deixou meio a ver navios perto do fim. Porque o começo é pintado em cores monótonas que no decorrer ganham mais vida e ficam mais alucinantes, mas no fim me perdi de tão rápido que se deram os fatos. Não que eu não tenha entendido, apenas fiquei com uma sede… como se faltassem entrepartes. Mas é claro que isso me deu uma sensação de impotência e consequente frustração, o que cabe muito bem ao momento e ao tema.</p>
<p>Sobre a técnica digo que prefiro a região central do texto, pois no começo aquela pieguice da criança faminta me fez pensar “lá vem a estética da pureza através da miséria novamente…”, o que é até clichê natalino. E no fim, como já disse, tudo ficou muito apressado e me pareceu um queijo suíço. Gostei mais do meio porque foi mais equilibrado, e achei que sua capacidade descritiva agora superou a narrativa, principalmente pela parte em que descreve a avóe pelo diálogo que segue disso. Bom… por “meio” entenda “fim do começo”, porque não é exatamente no meio…</p>
<p>Sobre o tema, eu gosto de fantástico, mas quando segue pelo caminho de alucinações, loucura ou delírios aleatórios que componham no mínimo alguma beleza. Achei que você esboçou o início de algo assim com a descrição da sala hexagonal e sua iluminação, a imagem do diabo, a névoa, etc, compondo essa textura misteriosa do sonho, mas o ritmo já estava acelerando e senti que você poderia delirar mais. Como você já deve imaginar, ou saber, eu tenho uma aversão a misticismo, principalmente quando envolto por imagens religiosas (estou curtindo minha fase atéia). Mas os conflitos da história são, em si, bastante interessantes. O ar trágico até lembra mitologia. Talvez exatamente por isso, por querer retratar sentimentos tão extremos, é que você tenha optado pela abordagem mística/religiosa, que expande os limites do possível, ou mesmo os anula… Entendo.</p>
<p>Mas não faz bem meu tipo. É como se você tivesse colocado uma roupa brega sobre um corpo interessante. E eu prefiro corpos desnudos, e crus.</p>
<p>Ah, sim. concordo com o MNovaex. Adoro gradações (embora tenha me perdido na gradação de velocidade…)</p>
<p>Nossa, será que vai caber esse comentário inteiro?</p>
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	<item>
		<title>Por: MNovaex</title>
		<link>http://mnovaes.eu/sanestesico/2008/03/um-conto-de-natal/comment-page-1/#comment-61</link>
		<dc:creator>MNovaex</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 21:38:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sanestesico.wordpress.com/?p=81#comment-61</guid>
		<description>Ser o próprio diabo e logo em seguida enfrentar os próprios demônios. Interessante suicídio.

Ao torna-se o diabo himself, e ao trocar sua alma pela de seu pai, posteriormente, quem tornou-se o diabo então? Walter? E para onde foi a alma do antigo diabo, voltou a seu dono original, talvez (calma, Lenin ainda está lá deitadão)?

Realmente gostei da gradação de temperatura do conto. Um início frio, gélido. Sendo esquentado pela ternura e união do ser humano, pela emoção, atinge uma temperatura ideal, onde os personagens usam com clareza a razão. Isso acontece até sair-se de um equilíbrio saudável, e atingir uma temperatura clímax no encontro com o diabo. Nesse ponto, fora de um equilíbrio, a razão tem pouco poder e torna-se confusa demais para servir aos personagens. Porém, após Tim tornar-se o diabo, percebe-se que a temperatura do conto vai esfriando, momento no qual brevemente Tim tem pensamentos lógicos. Pensamentos esses que não foram rápidos o suficiente para que agisse antes de voltar o frio gélido da morte de seu pai. Move-se pela emoção, tentando um suspiro de calor. Tarde demais,o frio já lhes tomou por completo… o frio eterno de uma armaga doce morte.

Embora destoe de fato do Summer background atual do blog, logo mais ele mudará… Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ser o próprio diabo e logo em seguida enfrentar os próprios demônios. Interessante suicídio.</p>
<p>Ao torna-se o diabo himself, e ao trocar sua alma pela de seu pai, posteriormente, quem tornou-se o diabo então? Walter? E para onde foi a alma do antigo diabo, voltou a seu dono original, talvez (calma, Lenin ainda está lá deitadão)?</p>
<p>Realmente gostei da gradação de temperatura do conto. Um início frio, gélido. Sendo esquentado pela ternura e união do ser humano, pela emoção, atinge uma temperatura ideal, onde os personagens usam com clareza a razão. Isso acontece até sair-se de um equilíbrio saudável, e atingir uma temperatura clímax no encontro com o diabo. Nesse ponto, fora de um equilíbrio, a razão tem pouco poder e torna-se confusa demais para servir aos personagens. Porém, após Tim tornar-se o diabo, percebe-se que a temperatura do conto vai esfriando, momento no qual brevemente Tim tem pensamentos lógicos. Pensamentos esses que não foram rápidos o suficiente para que agisse antes de voltar o frio gélido da morte de seu pai. Move-se pela emoção, tentando um suspiro de calor. Tarde demais,o frio já lhes tomou por completo… o frio eterno de uma armaga doce morte.</p>
<p>Embora destoe de fato do Summer background atual do blog, logo mais ele mudará… Parabéns.</p>
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